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Parceria com City, dupla brasileira e treinador afiado: como o Bolívar chega para enfrentar o Flamengo

 


Líder do Grupo E com três vitórias e um empate, o Bolívar convive, há anos, com o estigma de ter como fator preponderante para obter bons resultados os 3.640m acima do nível do mar de La Paz, na Bolívia. No entanto, o desempenho recente dos bolivianos — e o recorte também das quatro primeiras rodadas da Libertadores — mostra uma equipe ambiciosa, que não se limita apenas a usar a altitude. O time do técnico Flavio Robatto é equilibrado e tem jogadores que devem fazer o Flamengo entrar em campo com o alerta ligado hoje, às 21h30, no Maracanã, numa partida em que o rubro-negro precisa muito dos três pontos.

Se defensivamente o Bolívar não se destaca tanto, o time tem mostrado bastante poder ofensivo entre os 32 times da fase de grupos. O maior trunfo da equipe é conseguir apresentar números equilibrados dentro de casa e também longe de La Paz.

Segundo melhor ataque do torneio até o início da quinta rodada, os bolivianos marcaram cinco gols em seus domínios e outros cinco longe deles. O time se destaca também no número de grandes chances criadas e na quantidade de chutes a gol.

— Provavelmente estaremos classificados quando acabar a partida, então esta quarta (hoje) não será só um desafio futebolístico. É um desafio emocional para os jogadores, que estão com muita gana para mostrar que podem ser protagonistas em um duelo tão difícil — disse o técnico Robatto no embarque para o Rio de Janeiro.

Entre os destaques do Bolívar estão os brasileiros Bruno Sávio, camisa 10 que marcou um gol e deu uma assistência na vitória por 2 a 1 sobre o Flamengo no primeiro jogo entre as equipes, na Bolívia, e Francisco da Costa, centroavante, autor do outro gol.

— (Será um jogo) muito difícil. A equipe (do Flamengo) está muito necessitada, são obrigados a ganhar. Eles têm o melhor elenco do continente. Será muito difícil, mas esperamos estar a altura — falou, jogando a pressão para cima do rubro-negro.

Projeto ambicioso

Clube parceiro do City Football Group na América do Sul desde 2021 — o empresário boliviano Marcelo Claure é o dono do time —, o Bolívar tem um projeto ambicioso. O clube pretende alcançar uma final de Libertadores até 2025, ano de seu centenário.

Para isso, o clube tem acesso à plataforma de dados de futebol do Grupo City, além de uma série de consultorias e conselhos estratégicos sobre desenvolvimento da base, metodologia de olheiros e treinamentos. É nisso que o Bolívar se agarra para fazer frente aos gigantes da América do Sul — como o Flamengo.

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